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sábado, 28 de julho de 2007

O Sonho de um mexicano
Capítulo Quatro: Duvidas no meio do Show


Uma tragada... é o que Ramirez fez. Logo ele
avançou empurrando a porta de vidro do Mac Donald's.
O lugar estava vazio, ele só viu um homem negro com trajes
porcos e duas “patricinhas” comendo batatas segurando seus
celulares rosas próximos à cabeça.

Ramirez caminhou em direção ao Caixa pensando de que forma
mataria o atendente. Ele queria testar a mira
e concordou consigo mesmo em um tiro a distância...

Entretanto
sua mente pesa, ele ainda não sabia se o garoto do caixa era
americano, não tinha certeza... e matar um não americano era imperdoável.
Então, como bom católico, Ramirez preferiu
não julgar, perguntando sobre a comida servida no local.

"Hey,hermano...tienes uacamole?"

O atendente olhou com desprezo, enquanto lixava as unhas.
E respondeu com sua voz fina:
"Não senhor, só vendemos Fast Food, deseja mais alguma coisa?"

Ramirez preparou sua arma, era americano, sem sotaque,
com arrogância, inglês perfeito...Menos um....
Ramirez ficou tão alegre com a confirmação da nacionalidade
daquele ser, que cantou mais uma vez outra canção:

"Maradona chera, Ligeirinho corre,
garoto do balcão é o próximo que MORRE!”

*BANG*

O tiro fez tanto estrago, que a nem arcada dentaria
sobrou para contar o resto da história.

Todos no local ouviram o tiro. Os funcionários correram.
Ramirez mandou chumbo no pé de todos, que caíram gemendo no chãogritando "HELP" sem parar.
Mas Ramirez ia
deixá-los para outra hora, agora queria matar aquelas “patricinhas”.

Algo veio na mente do Homem Mexicano, uma confirmação total
de que aquelas “patricinhas” eram americanas, o cheiro.
Ramirez tinha um olfato perfeito e sentia o cheiro de americanos
mas infelizmente esse olfato nem sempre funcionava.

As moças subiram para o segundo andar,
tentaram fugir ocultando sua presença, mas Ramirez
sentiu o cheiro daquelas moças impuras americanas.
Ele subiu a escada; ouve gemidos
e pequenos gritos de medo.

Mas dessa vez não seria o bom e velho revólver de Ramirez
que faria o estrago, seria um facão que guardava no bolso secreto de sua calça.
Ele viu uma das meninas tentando correr,
Ramirez então pulou esticando as mãos num ataque frontal
a lâmina buscou sangue, a menina correu pela vida.

Ela conseguiu sair ilesa desse golpe, mas Ramirez não
desistiu: ele lançou a faca em sua direção e converte
é Goooooooo!!!!!!!!!! Mais uma morte por Ramirez; na testa da ex-garota.
A faca cravou-se perfeitamente atravessando aquela pequena cabeça.

Enquanto isso, lá fora, Juan comia alguma comida típica do
México capaz de destruir a língua; ele parecia bem acostumado, mas a
calmaria de seu lanche foi perturbada pelo barulhos de salto
alto batendo no chão... era uma das “patricinhas” fugindo de Ramirez.

Juan imaginou que se ela conseguiu fugir, Ramirez não conseguira
matá-la, então resolveu prendê-la para o amigo.

Juan usou golpes de Karatê Kyokushin, aplicando um soco
com a mão levemente aberta na testa da garota, fazendo-a desmaia
Então Juan cospe no chão e diz:
“aaaaaa eeeeh aiiiieeeeeex"

Que seria algo como:
"Isso é por tentar fugir de Ramirez"

E lá dentro estava Ramirez; ele retirou a faca com sangue
de testa de “patricinha” americana e a guardou
novamente, preparando seu Revólver... É a vez dos funcionários.

Ramirez foi até seu encontro pensando de que forma
criativa os mataria.
Depois de um tempo ele concorda
que não havia nenhuma idéia brilhante em sua genial mente.

Os 3 funcionário estavam no chão gritando "Help", Ramirez
os livra do Inglês calando a boca deles para sempre
de forma simples e convencional, com tiros na cabeça.

Depois de matar 3 funcionários Ramirez pensou um pouco
ele ficou decepcionado devido à decadência de sua criatividade.
Coçou a cabeça e questionando a si mesmo:

“Não estou reconhecendo Americanos pelo cheiro, estou
sem criatividade... e agora???”.

terça-feira, 24 de julho de 2007

O Sonho de um Mexicano
Capitulo três, Era uma vez o Mac Donald's(1)


Juan freia a moto, o pneu canta e a moto para!
Se fosse um piloto qualquer, tal manobra não
seria concluída com sucesso.
O mudo fica assustado, mas não pode perguntar o que
havia, pois Juan é mudo...

Ramirez tirou o
capacete e olhou alegremente para uma filial gordurosa do Mac Donald.
Ele vê ali uma chance de destruir parte da cultura dos malditos
gordos americanos.
Não deixaria essa chance passar em branco.

Tamanha felicidade foi transmitidas em palavras para Juan.

"Juan, estoy perto de matar alguns americanos e destruir um pouco
desta maldita cultura... haahahahahahhaaahh, es lindo, es lindo!"

O Sorriso de Ramirez era indisfarçável, seus olhar era
de fúria e felicidade, parecia um louco que conseguia um sorvete
de picles depois de esfaquear o próprio animal de estimação .

A possibilidade de destruir o Mac Donalds era maravilhosa para
Ramirez.
Ele não perdeu mais tempo, pegou um revólver e deu outro a Juan.

Ramirez viu um Policial, e achou que se o matasse agora, teria
menos chances de ser surpreendido lá dentro.
Ele canta a canção alegremente chamada Assassinato de Americanos, Opus 14 de Joham Sebastian Juanito.

"Americanos yo voy matar, eso es tan feliz
dou tiro no pé,na cintura, en la mão, na bunda ou no Nariz
yo quero mirar mucho sangue, Juan es con tu mi aprendiz".
( Nessa parte da canção seria Juan que cantaria,porém
ele é mudo e não consegue cantar...Mas tenta: )

"hmmmm aaaaaabaaaaa hmmmmmmm aaaaeeeeeee
seeeeeeeee zaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa aaaaaaaa
oooooooooooooooooooooo eeeeeeeeeeeeeeeeeee"

Logo depois da canção
Ramirez executa perfeitamente o tiro. O policial
é liquidado e cai no cão sem 67% de sua cabeça.
A massa cinzenta saltando do buraco é vista em câmera lenta
pelos olhos de Ramirez.

Ele então se preparou para matar mais americanos
e entrar no Mac Donald; continuar insana e doce chacina.
Sua mente e seu corpo num nirvana em junções diziam:

“MATAR AMERICANOS, MATAR AMERICANOS, MATAR AMERICANOS!"

Por mais que o caminho de seu sonho atual
fosse pacífico, ele não abria mão de matar americanos, pois
pra Ramirez isso é sempre edificante,
porque os mesmos sentiam prazer ao disparar numa indefesa criança afegã.

Como na lei da selva del México...


Essa matança para Ramirez era como um
hobby saudável, esporte de fim de semana, essas coisas...

Os americanos aos olhos de Ramirez eram sujos,
impuros, enfim, demônios que só atrapalhavam o desenvolvimento do México.
Matá-los era sempre bom para Ramirez, uma questão de
"limpeza espiritual".

Ramirez, viu outros policiais por perto
e os matou sem ao menos perceberem,
na cabeça, rapidamente como um sutil ninja mexicano.

A rua em que ficava o Mac Donald estava vazia, só tinha alguns
policiais por perto e todos mortos, parecia que tudo
conspirava a favor de Ramirez, havia umas 5 pessoas dentro
do estabelecimento.

A arma de Ramirez era misteriosamente silenciosa.
Os policiais morreram sob um silêncio angelical.
A arma que o acompanha nessa jornada era todo pessoal
parecia uma velha pistola de cano longo e prateada
o destaque ficava com o "México ou muerte"
que gravada no cano da arma esverdeada.

Ramirez guardou seu peculiar armamento e avançou para entrada do Mac Donald's.
Ele conseguiu se acalmar,
sabia que mostrar muita fúria podia atrapalhar amada missão
e Ramirez não queria a policia no seu pé.

O estado de calma era assustador, parecia ser outra pessoa
devido a sua incrível concentração.
Por último, ele acendeu um cigarro e disse a si mesmo

"La accion começou"

segunda-feira, 23 de julho de 2007

O Sonho de um Mexicano
Capitulo Dois:Construtores de sonhos,Juan


Texas, E.U. A

Ramirez caminhou para fora do bar e guardou sua arma.

"Yo odeio la Porra de USA, de la cultura de USA, maldicion
de American Way of Life. E até para odiar o caralho desse país
tengo que hablar Inglês! Realmiente una mierda".

Depois de tanto resmungar, um sorriso finalmente apareceu no seu rosto.
Viu Juan a distância de dez metros.
Juan que era seu melhor amigo e ajudante
para a conclusão de um sonho em especial.
Ramirez vai até seu amigo e o comprimenta como bons companheiros

"Juan, és hoje, nuestro sueño sera realizado, preparado?

Juan é mudo e não responde.
"..."

Ramirez tem um grande sonho que ainda não realizou:
ele quer que o Espanhol seja o idioma oficial dos EUA.
Para isso, conta com Juan, o grande e fiel companheiro.

O mudo observou com muita atenção a idéia e concordou com tudo.
Juan nunca dava uma opinião.
Acredita-se que era pelo fato do mesmo ser mudo.

Ele tinha a pele branca,
rosto afilado, cabelo liso, nem parecia Mexicano.
Na verdade ele não era Mexicano
mas a forma que Ramirez identificava um Americano era pelo idioma,
contudo Juan era mudo, assim poupado pelo seu amigo.

A dupla não queria saber de conversa. pegaram uma velha moto
e embarcaram de vez em sua aventura rumo ao Consulado do México.
Acham que lá poderiam convencer mais gente a mudar de opinião
em relação a troca de idioma oficial dos E.U.A
do inglês para o Espanhol.

Por incrível que pareça, Ramirez queria realizar isso pacificamente,
e não matando as pessoas (pelo menos não pretendia) do consulado,
só queria mostrar seus ideais, tentar convencê-los de que o seu sonho era brilhante.


Ramirez acharia difícil matar todos americanos e mudar o idioma na marra
pois, eram muitos americanos e todos muito gordos, logo muita
banha obrigaria o mesmo a usar muito mais balas, então ele
teria de ir pelo modo Pacífico.
Ramirez mostrava leve descontentamento por usufruir da paz nessa jornada.

...

Juan era quem pilotava a motocicleta.
Rapidamente, driblava carros, ônibus
e outras motos em uma incrível demonstração
de habilidade. Era incrível a velocidade com tanta perspicácia no trânsito.
Juan acelerou e foi rumo ao destino combinado...

PORÉM,
na garupa os olhos de Ramirez esbugalharam; o olhar da euforia de Ramirez é
percebidos de longe e da sua boca sai um longo grito:

"JUAN, PARE ESO AGORAA!!!"

O Sonho de um Mexicano
Capitulo um,Ramirez o Sonhador


Texas, Estados Unidos
Estatura mediana, magro, olhos castanhos, pele na cor latina
e um bigode clássico, assim era Ramirez.

O sol forte invadiu o velho e sujo bar "Muchachos de La Muerte".
A poeira parecia fazer parte do lugar. Tudo caindo aos pedaços,
freqüentados apenas por Mexicanos e outros tipos de
imigrantes ilegais.

A pequena porta de madeira do bar foi empurrada de repente
por um homem com barba mal feita, roupas sujas
e um fedor insuportável... era apenas mais um bêbado.
Todos no lugar ignoraram sua chegada.

Em seguida, o estranho homem foi de mesa em mesa pedir dinheiro ou bebida
Um ou outro devolveu o pedido com socos, pontapés...
A maioria só ignorou o mentecapto bêbado.

Então, o sujo homem chegou aonde não deveria.
A mesa de Ramirez, O Mexicano..

Ramirez, com a força latina,
tinha olhos de quem buscava sangue.
Sem dúvidas ali aquele bêbado compraria o passaporte
de primeira classe para o inferno... naquela simples mesa.

O visto seria dado pelo cano da arma de Ramirez ;
a viagem seria feita pelo apertar singelo do gatilho.

O Bêbado senta ao lado do mexicano
e lhe dirige a palavra.

"Hey, guy! Vamos distruir nossos rins, figados e derivados!
Vamos beber... beber por que estamos vivos,
coloque um pouco desse nectar alcólico no meu copo.
Vamos beber senhor mexicano bigodudo... haaa!”

Ramirez olhou bem dentro dos olhos dele e disse:

"No se acostume."

e colocou um pouco da bebida engarrafada
que estava em cima da mesa no copo do ébrio homem.
Ramirez nunca tinha visto aquele rosto antes, porém
puxou assunto sem mostrar suas reais intenções:

"Hombre,sabia que yo tengo el poder de realizar mi sueños?"

O Bêbado olha estranho,com ar de deboche responde ironicamente

"Eu também tenho um, mas o meu poder é de ler mentes
isso é normal por aqui, hahahhahaahhahahahahhahaha eu estou de fucker chicanito!"

Ramirez olhou para o chão com ar de tranqüilidade,
apreciando as últimas horas daquele homem.
Sorrindo levemente, disse ao pinguço:

"Si, si tengo uno poder; tengo o poder de realizar suemos. Yo miro uno
objetivo como um sueño, e magicamente realizo..."

O Homem embriagado novamente dirigiu-lhe um olhar de desprezo ,
achou que Ramirez está blefando por causa do álcool.
Em meio às gargalhadas, diz:

“Então tá, me diga um sonho que você quer realizar e vejamos
se ele é realizado... A minha vida é a garantia... hahahahhahahhahahaha!"

Ramirez então sorri, e diz lentamente ao bêbado:

"Mi. Sueño... és.... tu....MUERTE!!!"

O Bêbado cuspiu a tudo que com o susto
e mostrou a face desesperada, pedindo piedade.
Ele observou que Ramirez carregava consigo uma arma.
Desesperado e gaguejando pediu clemência a Ramirez:

"Espera,amigo, não, calma, ca-ca-calma aí! NÃO atira..!NÃ0!"
e corre com esperanças de fugir....

#BANG, BANG, BANG#

E lá estava no chão morto, um ex-bêbado....

O Dono do bar pôs a cabeça no balcão e lamentou.
Mais uma vez, terá que tirar um corpo. A rotina de coveiro
não agradava o dono do bar.

"Hombre, todo dia eso? Cabron qual la desculpa agora Ramirez?"

Ramirez, então, colocou os óculos escuros, acendeu um cigarro deu um leve sorriso:

"El hombre apostou la vida delle, solamente eso..." =)


E esse é Ramirez, um Mexicano que tem um sonho.

sexta-feira, 20 de julho de 2007

Bem vindo ao mais novo endereço do Histórias Idiotas do Bruno.
Problemas acabaram,totalmente.

Sem problema de Fonte,Endereço ou o diabo a quatro.

Não nos perca de vista e adicione esse humilde blog aos favoritos...
ou morra.

Aqui eu contarei histórias bem idiotas,bem toscas,realmente horríveis
Tudo em Capítulos.

E não se esqueça de visitar o blog com o melhor conto da atualidade.

Carne Humana...Visite

http://www.peri-doalem.blogspot.com

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